/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/B/H/gUgfEdRQGcJBpRjk8XVA/whatsapp-image-2025-10-06-at-15.20.57.jpeg)
A Justiça do Rio Grande do Norte determinou a suspensão, por 30 dias, de uma licitação do governo do Estado que visa à contratação de serviços médicos de plantão presencial para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O serviço em questão atende a 91 municípios potiguares.
A suspensão aconteceu após uma cooperativa médica acionar o Judiciário para questionar a habilitação da empresa que havia vencido o certame.
O secretário de Estado da Saúde Pública do Rio Grande do Norte, Alexandre Motta, falou que a pasta confia no processo licitatório realizado e que vai atender à decisão judicial tomando medidas que não interfiram no atendimento.
Segundo a denúncia da cooperativa médica, a empresa vencedora da licitação não comprovou experiência específica em atendimento pré-hospitalar móvel, uma exigência expressa que constava no edital da licitação.