A equipe econômica estuda a edição de uma MP (Medida Provisória) para a concessão do auxílio emergencial por mais tempo, mas a um valor menor, enquanto segue analisando a focalização de programas sociais para vitaminar o Bolsa Família e torná-lo uma marca da gestão Jair Bolsonaro, segundo dois integrantes do time.
Uma das fontes pontuou que o valor para a extensão do auxílio não está definido. Caso o presidente fosse apenas editar um novo decreto para prorrogá-lo – a exemplo do que fez em junho – o benefício teria que seguir em R$ 600, patamar considerado alto pela sua implicação fiscal.

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