Com a bandeira de Portugal nas costas.
O treinador português, Abel Ferreira, de 41 anos, que reestruturou o time que naufragava nas mãos incompetentes de Vanderlei Luxemburgo, comemorou neste sábado, dia que completou exatamente três meses trabalhando no Brasil, o título da Libertadores. E no meio de tanta felicidade profissional, ele se deixou tomar pela emoção. E expôs um drama pessoal que todos técnicos que trabalham longe de seus países enfrentam. Ainda mais neste triste quadro de pandemia. Abel agora tem um Mundial pela frente e promete fazer o Palmeiras campeão Mundial.
“Sou muito melhor treinador (desde que chegou ao Brasil).Mas sou pior tio, pior irmão, pois deixei minha família lá.” disse.